Costa, Paulo2018-08-272018-08-2720160870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/23873O presente artigo apresenta uma fonte inédita para o estudo das ações de guerra que envolveram a marinha mercante portuguesa durante a Grande Guerra. Talvez pela escassez e dispersão de fontes que permitam conhecer o quotidiano da frota mercante durante o conflito, a sua historiografia é praticamente inexistente. A 14 de outubro de 1918, o submarino imperial alemão U139, comandado pelo Kapitanleutnant Lothar Arnauld de la Perière atacou e afundou o patrulha-de-alto-mar Augusto de Castilho entre a Madeira e os Açores, no que é possivelmente o mais célebre episódio da participação da Armada Portuguesa na Grande Guerra. O U139 transportava uma câmara de filmar e as imagens registadas após o combate tornaram-se uma fonte preciosa para o conhecimento desse episódio e das circunstâncias do afundamento do navio. No entanto, manteve-se totalmente ignorado um outro filme igualmente captado nessa mesma patrulha do U139: o ataque e afundamento do lugre português Rio Cávado a 1 de outubro de 1918, ao largo da costa da Galiza. É esse segundo filme que nos propomos apresentar neste artigo, procurando realçar o seu valor enquanto fonte para o conhecimento das ações e das táticas de guerra levadas a cabo contra os navios mercantes e, neste caso específico, contribuir para a historiografia da marinha mercante portuguesa.porPrimeira Guerra Mundial, 1914-1918Estratégia nacionalForças ArmadasEstratégiaHistóriaDesportoMulheresMobilizaçãoRecrutamentoEnsino superiorSubmarinosMarinhaMarinha mercanteÁfricaPortugalMoçambique, Portugal, até 1974AlemanhaA guerra no mar durante a Grande Guerra : aspectos militares e civis do envolvimento português : fontes para o seu estudo : o caso do lugre Rio Cávadojournal article