Maia, PauloEusébio, Sofia Alexandra Fernandes2017-12-212017-12-212017-10http://hdl.handle.net/10400.26/19817Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizObjetivos: O presente trabalho tem como objetivo analisar quais os fármacos prescritos nas consultas de cirurgia oral, assim como, as situações que levaram à sua prescrição. Materiais e Métodos: Para o presente estudo foi utilizada uma amostra de 200 processos de indivíduos submetidos a pelo menos um ato cirúrgico, com um período temporal nos últimos 3 anos. Os dados recolhidos são referentes ao ato clínico realizado, à prescrição farmacológica e ao seu respetivo motivo. Resultados e Discussão: Dos 200 processos analisados, foram registados 355 atos clínicos, em que 84,5% foram exodontias. Houve prescrição em 34,4% dos atos clínicos realizados, sendo que o fármaco maioritariamente prescrito foi o anti-inflamatório não esteróide (35,8%). Dentro do grupo dos antibióticos, a amoxicilina com ácido clavulânico (13,5%) foi o antibiótico mais prescrito. A profilaxia da dor representa a maioria dos motivos da prescrição com 35,3%. Após a análise estatística concluiu-se que a realização de exodontias ou exodontias de siso semi-incluso/incluso influencia a existência de prescrição, bem como, a escolha do fármaco e o seu respetivo motivo. Conclusão: Existe relação estatisticamente significativa entre a exodontia e a prescrição de fármacos, em especial com o anti-inflamatório não esteróide, que foi o fármaco mais prescrito relativamente ao antibiótico.porCirurgia oralFármacoAnti-inflamatório não esteróideAntibióticoPrescrição de fármacos em cirurgia oralmaster thesis201785161