Rozan, CecíliaManso, Ana CristinaGomes, Núria de Oliveira2019-12-192019-12-192019-11http://hdl.handle.net/10400.26/30613Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Universitário Egas MonizIntrodução: O tabagismo é um problema de saúde pública a nível mundial, associado a diversas doenças, complicações na cavidade oral e mortes. O Médico Dentista insere-se numa posição privilegiada na promoção e intervenção na cessação tabágica. Objetivos: Descrever a prevalência dos hábitos tabágicos nos pacientes que compareceram nas consultas de MDPCA II do Instituto Universitário Egas Moniz. Relacionar a prevalência dos hábitos tabágicos e a dependência tabágica com as variáveis socioeconómicas e avaliar a eficácia na aplicação do algoritmo interventivo na cessação tabágica. Materiais e Métodos: Estudo transversal, numa amostra de 100 pacientes, selecionados aleatoriamente nas consultas de MDPCA II do Instituto Universitário Egas Moniz, de fevereiro a maio de 2019, que consentiram a participação neste estudo. Foi aplicado um questionário para o estudo das variáveis sociodemográficas/socioeconómicas, hábitos tabágicos, dependência tabágica através do Teste Fagerström para a Dependência da Nicotina (FTND) e a aplicação do algoritmo interventivo na cessação tabágica. O followup foi feito 2-4 semanas posterior à aplicação do questionário para avaliar a eficácia na aplicação do algoritmo interventivo na cessação tabágica. Resultados: A faixa etária da nossa amostra situa-se de 18-74 anos, mais prevalente no sexo feminino (60%), no grupo 18-24 anos (34%), no emprego ativo (74%). Relativamente aos hábitos tabágicos a prevalência incide: fumadores diários (100%), o tipo de consumo foi cigarro (78%), consumo de 10-20 cigarros/dia (67%). A média do FTND da nossa amostra registou-se em 3,1, com o desvio padrão de 1,883, mais prevalente no grupo de baixa dependência tabágica (55%). Não foi encontrada associação entre a prevalência dos hábitos tabágicos e a dependência tabágica com os variáveis socioecónomicas (p> 0,05). Observou-se uma redução (49,5%) e ligeira cessação (2%) nos hábitos tabágicos após a aplicação do algoritmo interventivo na cessação tabágica. Conclusão: O Médico Dentista tem um papel preponderante na intervenção da cessação tabágica.porCessação tabágicaFTNDMédico dentistaSaúde oralO papel do médico dentista na intervenção da cessação tabágica na consulta de MDPCA do Instituto Universitário Egas Monizmaster thesis202334775