Santos, Diana Vieira dosRaposo, Henrique2011-09-132011-09-1320060870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/1109Desde a publicação da National Security Strategy of United States of America (2002), a Europa tem centrado o debate em dois temas: a invasão do Iraque e os problemas legais e políticos levantados pelo conceito de ataque preventivo. No entanto, do outro lado do Atlântico, a administração norte-americana parece estar a rever as prioridades da sua política externa. Na National Defense Strategy of United States of America, publicada em Março de 2005, desenha-se uma nova perspectiva do sistema internacional. Como única superpotência, os Estados Unidos estão dispostos a usar a sua influência para criar um sistema de alianças bilaterais com parceiros que partilhem os seus interesses e valores. Por outras palavras, está a emergir uma nova ordem internacional com base em alianças estratégicas (políticas e militares) com países como a Grã-Bretanha, o Japão, a Austrália e a Índia. Qual será o papel da NATO neste novo sistema realista? A resposta a esta questão depende, em grande medida, da vontade política dos países europeus que enformam a Aliança Atlântica. É, portanto, oportuno reflectir sobre que papel a Europa vai desempenhar no futuro.porRelações internacionaisPolítica externaIntervenção militarNova ordem internacionalAmeaçasTerrorismoAliançasGlobalizaçãoNATO (EUA, 1949)EuropaEuropaJapãoAustráliaIndiaEUARegresso do realismo anglo-americano, sistema de alianças e o lugar da Europa no século XXIjournal article