Maurício, PauloMartins, FranciscoRoque, Elma Carina Quintas2017-01-122017-01-122016-10http://hdl.handle.net/10400.26/17447Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizObjetivos: Determinar a prevalência de desdentados parciais segundo a classificação de Kennedy de uma amostra de doentes da Clínica de Medicina Dentária Egas Moniz, avaliar a prevalência de dentes ausentes entre géneros e a sua reposição protética. Materiais e Métodos: Foram analisadas 297 Histórias clínicas de doentes da universidade que frequentaram as consultas da Unidade Curricular de Clínica de Reabilitação Oral I,II e III entre os meses de Dezembro de 2014 e Dezembro de 2015, sendo caracterizados pelas seguintes variáveis: idade, sexo, Classificação de Kennedy para a maxila e para a mandíbula e número de dentes ausentes. Efectuou-se uma análise estatística descritiva com recurso a tabelas de dupla entrada, através do Software SPSS Statistics 20.0. Resultados: Foram recolhidos 297 processos e analisadas as respectivas histórias clínicas, após aplicados os critérios de exclusão obtiveram-se 132 processos, sendo na sua maioria indivíduos do sexo feminino (53,8%). A média de idades rondou os 59 anos. Os pacientes eram na sua maioria desdentados bimaxilares (76,5%). O dente que se mostrou ausente um maior número de vezes foi o 36. A classe I de Kennedy foi mais frequente (36%) e a IV a menos frequente (1,1%). As próteses acrílicas foram confecionadas mais vezes (47%). Conclusões: A classe de Kennedy mais frequente é a classe I (36%) e a classe de Kennedy menos frequente é a classe IV (1,1%). O dente 36 esteve ausente com maior frequência. O sexo feminino apresentou maior taxa de edentulismo. As próteses acrílicas foram confecionadas em maior número.porClassificação de KennedyDesdentados parciaisPrótese parcial removívelDentes ausentesAvaliação dos espaços edêntulos dos pacientes da consulta de reabilitação oralmaster thesis201433397