Sousa Basto, Rui2025-12-022025-12-022024-05978-989-9193-04-8http://hdl.handle.net/10400.26/60143Comunicação apresentada nas XVIII Jornadas Internacionais sobre Grandes Problemáticas do Espaço Europeu, evento anual organizado pelas Faculdade de Letras da Universidade do Porto. As XVIII Jornadas Internacionais tiveram como tema geral a Construção de Territórios Resilientes e Sustentáveis.Introdução: Os Estados e Nações de todo o mundo terão de cooperar em breve num projeto de governança ambiental global que responda às exigências das alterações climáticas e dos restantes limites planetários. O projeto, idealmente liderado pela Europa, exigirá a criação de uma hierarquia de instituições que reporte a uma organização mundial com responsabilidades de primeiro nível, capaz de enfrentar com sucesso alterações bruscas e não-lineares do funcionamento do planeta. Esse complexo empreendimento dependerá de negociações multilaterais que poderão ser mais ou menos bem-sucedidas em função do regime político em vigor nos diferentes países do mundo. Num estudo recente que inquiriu mais de 36 mil cidadãos de 42 democracias, 38% dos respondentes concordou que a epistocracia seria uma boa alternativa à democracia. Objetivos e Metodologia: Investigar se a epistocracia está mais bem-preparada do que a democracia para acomodar o projeto de governança ambiental global, usando o método da pesquisa bibliográfica através da leitura, interpretação, reflexão e crítica de livros e artigos científicos dos principais autores dos assuntos tratados. Resultados e discussão: A pesquisa bibliográfica inicial confirmou a suspeita de que o tema não está suficientemente explorado. Por essa razão, centrámos a investigação em trabalhos de autores apologistas da democracia e de defensores da epistocracia. Conclusões: Ambos os sistemas políticos evidenciam vantagens para acomodarem um projeto de governança ambiental global, mas a democracia superioriza-se em aspetos essenciais, como o envolvimento dos cidadãos e a obtenção de consensos duradouros, aportando eficiência e eficácia ao processo.porDemocraciaEpistocraciaGovernança ambiental globalGovernança ambiental global: aquém e além do votoconference objecthttp://doi.org/10.21747/978-989-9193-04-8/jor