Martins, NádiaDias, Maria do Rosário2016-06-012016-06-012016-05-111646-2890http://hdl.handle.net/10400.26/13877Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-Sem Derivações 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/. A licença permite compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, desde que seja atribuído o crédito aos autores, fornecido um link para a licença e indicado se foram efectuadas alterações ao original. Não é permitido o uso do material para fins comerciais. Não é permitida a distribuição de material resultante da transformação do original. (Este resumo não dispensa a consulta da licença).Versão depositada: "in Press, corrected proof "."Objetivo Avaliar a existência de contágio emocional de ansiedade no par relacional encarregado de educação/criança. Métodos Foram inquiridas 41 crianças (3‐6 anos) e respetivos encarregados de educação, que compareceram a uma consulta de odontopediatria da Clínica Dentária Universitária Egas Moniz, com o recurso à aplicação de um questionário demográfico e de 2 instrumentos de medição de ansiedade, específicos de contextos de consultas médico‐dentárias; o Venham Picture Test modificado (crianças) e a versão portuguesa da Modified Dental Anxiety Scale (encarregados de educação). Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística na versão 21 do Statistical Package for the Social Sciences, nomeadamente recorrendo aos testes de Spearman's Roh, Shapiro‐Wilk e Mann‐Whitney, considerando‐se um nível de significância de 0,05. Resultados Constatamos que não existe uma correlação significativa entre a ansiedade vivenciada pelos EE e a ansiedade manifestada pelas crianças, sendo a maioria das crianças consideradas como livres de ansiedade (56,1%) e a maioria dos encarregados de educação considerada como moderadamente ansiosa (56,1%). No mesmo registo, assinalamos o facto das crianças, em ambos os grupos, se manifestarem ligeiramente mais ansiosas nas consultas de controlo. Conclusão Apesar de não se verificar a existência de contágio emocional para a amostra estudada, é inegável a existência da problemática da ansiedade, nomeadamente quando equacionada no âmbito de consultas de medicina dentária."porOdontopediatriaAnsiedade dentáriaPsicologia infantilPaisCriança em idade pré-escolarContágio emocional de ansiedade encarregado de educação/criança em odontopediatriaEmotional contagion of anxiety carer ‐ Child in pediatric dentistryjournal article10.1016/j.rpemd.2015.12.006