Ramalhal, Maria TeresaSantos, Vera Cristina Crespo dos2016-11-252016-11-252012http://hdl.handle.net/10400.26/15747Mestrado , Gestão em Enfermagem, 2012, Escola Superior de Enfermagem de LisboaO presente estudo baseia-se na convicção de que a relação que se estabelece com as chefias de enfermagem tem influência no burnout existente nos enfermeiros. Foi então delineada uma pesquisa do tipo exploratória correlacional, com o propósito de verificar esta possível relação. A amostra foi constituída por 128 enfermeiros pertencentes a uma instituição privada de saúde de Lisboa - Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa. A temática foi enquadrada no estado da arte e posteriormente realizado um estudo de campo, bem como definido o quadro teórico que sustenta as hipóteses formuladas. De entre os principais resultados obtidos salientam-se: Baixo índice de burnout na amostra estudada, com valores de 1.95 na sub-escala exaustão emocional, 1.03 na sub-escala despersonalização e 4.42 na sub-escala realização pessoal; Existência de uma relação significativa entre a variável sociodemográfica “idade” e a sub-escala “exaustão emocional” do burnout; Classificação da relação com a chefia dos enfermeiros da nossa amostra ao nível intermédio de satisfatória; Relação com a chefia é mais elevada entre os enfermeiros do género masculino e os enfermeiros que não trabalham por turnos; Existência de relação estatisticamente significativa nos enfermeiros entre a “exaustão emocional” e a relação com a chefia.application/pdfporLiderançaSupervisão de enfermagemA relação com a chefia e o Burnout nos enfermeirosmaster thesis