Silva, Ana Luísa Junça daDamas, Helena Isabel Campos2024-02-152024-02-152023-102023-10http://hdl.handle.net/10400.26/49857O teletrabalho tem sido adotado mais frequentemente nas organizações portuguesas, especialmente após a recente crise pandémica do vírus da COVID-19. Neste contexto, compreender como a inteligência emocional influencia a relação entre a perceção do teletrabalho, o desempenho e o stress torna-se fulcral. A presente dissertação teve como objetivo explorar o papel da inteligência emocional na relação entre a perceção do teletrabalho, o desempenho e o stress. Para responder aos objetivos, recorreu-se a um estudo quantitativo de carácter correlacional. Para tal, aplicou-se um inquérito por questionário a 1055 participantes que trabalham ou já trabalharam em contexto de teletrabalho. Os resultados revelaram que a perceção do teletrabalho influenciou positivamente o desempenho e os níveis de stress dos teletrabalhadores. A inteligência emocional não moderou a relação entre a perceção do teletrabalho e o desempenho, mas moderou a relação entre a perceção do teletrabalho e o stress. Os resultados contribuem para uma melhor compreensão do papel da inteligência emocional na relação entre a perceção do teletrabalho, o desempenho e o stress e destacam a importância de desenvolver e promover a inteligência emocional como parte integrante das estratégias de gestão de teletrabalho, visando melhorar o bem-estar dos colaboradores e o seu desempenho em teletrabalho.porIinteligência emocionalPerceçãoTeletrabalhoDesempenhoStressO papel da inteligência emocional na relação entre perceção do teletrabalho, o desempenho e o stressmaster thesis203494407