Salgado, Luís2016-03-092016-03-092001http://hdl.handle.net/10400.26/11943Às esperanças suscitadas pelo termo da “guerra fria”, quanto à definição de um entendimento entre os principais actores internacionais, susceptível de gerar uma diminuição de tensões regionais e uma eficaz prevenção de conflitos localizados, sucedeu, um ambiente substancialmente diferente, que se revela pela emergência de um conjunto de novas ameaças à paz e à estabilidade mundiais, para cujo controlo é cada vez mais difícil garantir formas comuns de actuação. Este novo ambiente internacional, conheceu nos últimos anos, situações que inspiraram assinalável preocupação no seio do próprio continente europeu, a que a Comunidade Internacional tem procurado dar resposta com o contributo de Portugal. Portugal, tem vindo a afirmar na última década, o seu papel na cena internacional através de políticas no âmbito da Cooperação Internacional, das Alianças e das Organizações de que faz parte. Uma das vias desta afirmação, tem sido o contributo com forças para o cumprimento de missões no quadro da gestão de crises e de apoio à paz. As Forças Armadas e particularmente o Exército, têm sido solicitadas para o cumprimento destas missões. Actualmente, no âmbito dos compromissos assumidos internacionalmente, Portugal tem Forças Nacionais Destacadas (FND), a cumprir missões em três Teatros de Operações (TO): Bósnia, Kosovo e Timor Leste. Para garantir o apoio logístico destas forças, que são organizadas de acordo com as especificidades próprias de cada missão, é elaborado um Plano Geral de Sustentação Administrativo-Logístico, que tem como objectivo, colocar o pessoal e os material adequados, no local próprio, em tempo oportuno e nas melhores condições de eficiência. Neste contexto, como é que o sistema logístico implementado tem respondido às solicitações para o qual foi concebido?porApoio logísticoForças Nacionais DestacadasTeatros de OperaçõesApoio logístico às Forças Nacionais DestacadasConceito de apoio e implicações estruturaisother