Carlos, Moreira2016-03-142016-03-142000http://hdl.handle.net/10400.26/12284Neste universo de preocupações, outras mais se levantarão certamente ao longo do trabalho, coloca-se a principal questão a que temos de dar resposta: qual deve ser capacidade que a Marinha de Guerra portuguesa deve possuir, de natureza operacional e logística, para assegurar a intervenção rápida e eficiente de forças militares e das suas necessidades logísticas, entre teatros de operações? Para chegar a uma solução, para este complexo problema, tona-se necessário obter informação sobre as missões, as forças, as suas necessidades de sustentação e a forma de lhes assegurar os meios (pessoal, material e serviços), em quantidade, qualidade, momento e lugar, adequados às exigências das operações, para daí concluir os requisitos de carácter operacional e logístico do elemento de transporte. Baseamos a nossa investigação na análise de documentos conceptuais e doutrinários, da defesa nacional e das organizações de segurança e defesa de que Portugal faz parte, entrevistas às entidades responsáveis pelo planeamento do emprego operacional das forças, lições aprendidas nos recentes empenhamentos nacionais no exterior e em documentação produzida sobre a evolução dos conceitos, em face de novas capacidades proporcionadas pela tecnologia.porTransporte EstratégicoForças Militares PortuguesasDefesa NacionalSegurança e DefesaMarinha de GuerraTeatros de operaçõesNecessidades logísticasCapacidade operacionalRequisitos da componente móvel, do sistema de forças nacional, em particular no âmbito do transporte estratégico, para projecção, sustentação e extracção de Forças Militares Portuguesasother