Moreira de Carvalho, RuiTeixeira Lavinas Mezia, Ana Filipa2024-03-062024-03-062024-02-082024-01-09http://hdl.handle.net/10400.26/50176O objetivo deste trabalho é investigar como as mulheres são chamadas a exercer o poder, ou a sua monitorização (autoridade), no contexto empresarial. Cabe à corporate governance monitorizar os trabalhos da gestão (exercer a autoridade). Temáticas como a diversidade de competências, experiências, culturas e género tendem a favorecer a governance pela introdução de novas perspetivas e sensibilidades, que adicionam ao órgão de gestão nas empresas, sociedade e países. As mulheres, e o seu papel nas empresas, têm sido estudadas e debatidas, na procura de respostas para a sua reduzida presença nos cargos de liderança. Neste contexto, a União Europeia regulou, em 2016, a presença do género subrepresentado nos Conselhos de Administração, para obtenção de igualdade entre géneros nos cargos de topo e na tomada de decisões económicas. Portugal acompanhou a decisão. Existem bons exemplos da otimização das capacidades e competências. Diversos bancos de teor cooperativo, nos Estados Unidos da América e da zona Oeste de Portugal, têm, com reconhecido sucesso, mulheres nos cargos de presidentes dos seus órgãos sociais. A presidente do banco com sede em Mafra, deu nota da capacidade de a gestão ajustar “as necessidades com as possibilidades” dos horários dos seus trabalhadores no primado da competitividade.porMulherGovernanceGéneroDiversidadeEficiênciaReflexões sobre a Mulher Contemporânea na Governancemaster thesis203545664