Teixeira, Nuno2016-03-142016-03-142006http://hdl.handle.net/10400.26/12265É usual dizer-se que hoje vivemos num “mundo globalizado”, mais em jeito de desculpabilização para os factos que dia-a-dia nos surpreendem, que em termos de consciência do verdadeiro significado do termo. Os portugueses, que foram dos povos que mais contribuíram para “dar corpo” à globalização, foram, eles próprios, apanhados desprevenidos pela sua voragem. Progressivamente, a globalização foi trespassando todas as áreas da nossa economia, do nosso tecido empresarial e das nossas “jóias da coroa”, comummente chamados “produtos tradicionais portugueses”. Os nossos empresários, perplexos, numa primeira fase, acabaram por apanhar a sua “boleia” e rumar a outras paragens. Foi já em pleno século XXI que os Programas de Governo começaram a referir medidas concretas para combater os efeitos da globalização, traduzidos no fecho de inúmeras fábricas, no aumento do desemprego e na perda de quotas de mercado para os nossos produtos tradicionais. Este trabalho pretende identificar e tipificar a globalização, revisitar as áreas económicas de interesse nacional e seguir as pistas das indústrias da construção e reparação naval no seu percurso pelo mundo globalizado, identificando até que ponto Portugal possui nichos de excelência, que devido à sua especificidade, nível de experiência e enquadramento próprio, possam ser explorados com sucesso, sem esquecer os interesses da Marinha, numa fase em que iniciou a renovação dos seus meios navais.porGlobalizaçãoEconomiaConstrução navalReparação navalPortugalMarinhaGlobalização e as áreas económicas de interesse nacionalA construção e reparação navalPerspectivas e consequênciasother