Gonçalves, Luísa LimaDias, Ana Rita da Silva Vargas Guerreiro2016-02-122016-02-122015-06http://hdl.handle.net/10400.26/11324Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizA cumarina também conhecida por α-benzopirona, foi descoberta em 1820 na espécie botânica Coumarouna odorata. Os compostos cumarínicos podem ser classificados, em quatro grupos de acordo com a sua estrutura química: as cumarinas simples, as furanocumarinas, as piranocumarinas e as cumarinas substituídas no anel de lactona; encontram -se amplamente distribuídos no reino vegetal, sendo encontradas em várias famílias botânicas. Devido às suas propriedades organoléticas e farmacológicas, a cumarina tem sido amplamente utilizada por parte da indústria alimentar, farmacêutica e cosmética, o que tem contribuído para uma exposição humana crescente à mesma. Os compostos cumarínicos possuem várias aplicações farmacoterapêuticas, como atividade anti-inflamatória, antimicrobiana, anticoagulante e como adjuvantes na terapêutica do cancro, entre outras. Contudo, efeitos tóxicos têm sido também reportados, sendo o mais característico a respetiva hepatotoxicidade, observado e descrito em diferentes espécies animais. Esta monografia, tem como objetivo apresentar o estado da arte no que concerne à distribuição da cumarina no reino vegetal, às suas diferentes vias de metabolização entre espécies, e aos efeitos tóxicos induzidos no homem após exposição a este composto.porCumarinas7 – hidroxicumarinaEfeitos tóxicosHepatotoxicidadeCumarinas: origem, distribuição e efeitos tóxicosmaster thesis201029065