Ribeiro, NadineEvangelista, Fátima Alexandra Martos2017-01-232017-01-232016-11http://hdl.handle.net/10400.26/17671Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizA Organização Mundial de Saúde (OMS) identificou a dor oncológica como um problema de saúde global. O cancro consiste numa condição multifacetada complexa, que afeta todas as dimensões da vida de um indivíduo que sofra desta patologia. De todos os sintomas subsequentes a esta doença, a dor é apontada como um dos mais importantes. A prevalência da dor oncológica é de 33% após a submissão a tratamento anticancerígeno, de 59% durante esse mesmo tratamento e de 64% em doentes com metástases, que se encontrem num estado da doença avançado ou terminal. Têm sido feitos esforços para contrariar esta realidade através de formulação de guidelines e criação de programas educacionais para um melhor controlo e tratamento da dor oncológica. O tratamento da dor oncológica baseia-se principalmente numa abordagem farmacoterapêutica definida em guidelines desenvolvidas pela OMS, que têm vindo a ser melhoradas e complementadas ao longo dos anos. É crucial que o profissional de saúde conheça as propriedades farmacológicas fundamentais dos múltiplos fármacos disponíveis para o alívio da dor oncológica, bem como os potenciais efeitos adversos que podem decorrer da sua própria utilização. O objetivo do presente trabalho consiste em rever e compilar alguma da informação sobre esta temática, que se considerou importante para a atividade do farmacêutico na oncologia.porDorDor oncológicaOMSTratamento da dor oncológicaOpióidesFarmacoterapia da dor no doente oncológicomaster thesis201470756