Rodrigues, Alexandra PintoBaltazar, Octávio Manuel Torpes2016-03-042016-03-042015-06http://hdl.handle.net/10400.26/11723Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizAtualmente a prática de dentisteria minimamente invasiva tornou-se cada vez mais uma opção terapêutica, deste modo recorre-se muitas vezes à utilização de restaurações indiretas cimentadas adesivamente, com o objetivo de restabelecer a saúde, a função e a estética. A longevidade dessas restaurações indiretas depende, entre outros fatores, da adesão oferecida pelo cimento. O conhecimento dos vários tipos de cimento, da sua composição química, vantagens e desvantagens, indicações e contraindicações, biocompatibilidade e mecanismo de adesão é de grande importância para a correta seleção do material a ser aplicado. O desenvolvimento na área dos materiais dentários tem sido constante e têm sido notadas importantes evoluções. A introdução dos cimentos de resina autoadesivos tornou-os num material considerado, desde o seu ínicio, muito popular. Tal popularidade deve-se à vasta abrangência de indicações e vantagens clínicas e protocolo simplificado de utilização. Diversos estudos tem sido publicados desde a sua inserção no mercado. A possível substituição dos cimentos existentes pelos cimentos de resina autoadesivos para todas as situações clínicas seria o desejado por parte dos profissionais. Contudo mais estudos in vivo sobre o sucesso clínico a longo prazo a respeito destes cimentos são necessários para se entender qual a sua verdadeira indicação e entender alguns aspetos que ainda estão por esclarecer.porCimentos adesivosRestaurações indiretasCimentos resinososCimentos autoadesivosCimentação adesiva: o estado da artemaster thesis201038633