Passadouro, Maria Helena SantosMeneses, Ramiro Délio Borges2017-11-142017-11-142016-122182-9284http://hdl.handle.net/10400.26/19310Vivemos numa época de importante viragem no paradigma da relação entre a ética e a ciência. O hiato temporal entre as descobertas científicas e a concomitante reflexão ética desvanece-se progressivamente; a ética, ou talvez mais corretamente a bioética, encontrou o seu ritmo. Aquilo que se designa atualmente de bioética das situações emergentes (clonagem, células estaminais, terapia génica, diagnóstico genético pré-implantário) tem contribuído de forma marcante para esta viragem. Hoje, a ciência vai acontecendo e a bioética vai refletindo; refletindo sobre as possibilidades, equacionando os riscos, avançando propostas que, sem serem científicas, imprimem matizes importantes ao ritmo do desenvolvimento científico. A utilização de células estaminais na investigação biomédica permitirá desenvolver novas terapêuticas para inúmeras doenças incuráveis. Contudo, a investigação em células estaminais levanta grandes problemas éticos relacionados com a doação e manipulação de embriões.porCélulas-troncoBioéticaÉticas geral e aplicadasCélulas estaminais e implicações bioéticasjournal article