Whelan, Teresa2011-09-132011-09-1320060870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/1102A atenção que os EUA, a UE, o G-8 e a NATO têm prestado a África apresenta níveis sem precedentes. É necessário, no contexto político pós 11 de Setembro, reflectir sobre “espaços não governados”. Este novo conceito está no centro de uma mudança de paradigma na política externa norte-americana, onde o “soft power” tem um importante papel a desempenhar. O artigo fornece casos concretos. A partir daí discute os modos de minimizar as áreas não governadas e os possíveis meios militares que podem ser utilizados para tal. Uma das maiores ameaças do século XXI envolve a ligação entre terroristas e armas de destruição em massa. Neste sentido, África apresenta inúmeros “espaços não governados” que merecem a nossa atenção, visto que constituem refúgios ideais para grupos terroristas. O progresso contínuo em África é vital para a segurança dos EUA.engPolítica externaTerrorismoGrupos terroristasAmeaçasArmas de destruição massivaProliferaçãoGlobalizaçãoPaíses desenvolvidosPaíses subdesenvolvidosEstados falhadosSegurançaSoberaniaNATO (EUA, 1949)UE (a partir de 1993)ÁfricaÁfrica CentralÁfrica SubsarianaEUAAfrica's ungoverned spacejournal article