Costa, Isabel MargaridaCosta, Beatriz Tavares da2017-01-232017-11-302016-10http://hdl.handle.net/10400.26/17659Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizA necessidade de se ter, em certos contextos clínicos, um doente hipocoagulado em ambulatório, esteve durante muitos anos centrada na utilização dos antagonistas da vitamina K, merecendo destaque nesse âmbito a varfarina. Os antagonistas da vitamina K, também designados por anticoagulantes clássicos, apesar de constituírem um padrão na anticoagulação oral, apresentam múltiplas limitações que obrigam a uma rigorosa e frequente monitorização da terapêutica. Estes fármacos apresentam ainda um elevado risco de efeitos adversos e de interações farmacológicas. Estas desvantagens da terapêutica anticoagulante clássica, levou que novos anticoagulantes orais fossem desenvolvidos e testados. Estes fármacos têm efetivamente apresentado um perfil de eficácia e segurança superior àquele que se verifica com a utilização dos referidos antagonistas da vitamina K, com múltiplas vantagens do ponto de vista clínico e do doente.porVarfarinaNovos anticoagulantes oraisEficáciaSegurançaAnticoagulação em ambulatório: velhos e novos anticoagulantes oraismaster thesis201454025