Costa, Isabel MargaridaFerreira, Ana PaulaMesquita, Lúcia Figueiredo2017-01-182017-11-302016-11http://hdl.handle.net/10400.26/17559Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizA contraceção é fundamental para o planeamento familiar. Os métodos contracetivos hormonais incluem métodos combinados com estrogénio e progestagénio na sua composição (pílula, anel vaginal e adesivo transdérmico) e métodos apenas com progestagénio (SIU, injetável intramuscular e implante subcutâneo), particularmente úteis em situações em que o estrogénio está contraindicado. Os seus efeitos adversos relacionam-se com a dose de hormonas presente na formulação e também com o tipo de progestagénio. Para além do efeito anticoncecional, estes métodos hormonais têm outras aplicações não contracetivas, nomeadamente no tratamento das irregularidades menstruais, dismenorreia, menorragia e anemia, endometriose, mioma, doença pélvica inflamatória, entre outros; contudo possuem também riscos associados ao seu uso, realçando-se o risco cardiovascular, tromboembólico e de cancro da mama. Cada método contracetivo possui vantagens e desvantagens próprias de cada método, que são enumeradas nesta monografia. Com o objetivo de caraterizar a população académica relativamente ao tipo de métodos contracetivos utilizados e conhecimentos básicos sobre os métodos contracetivos hormonais, realizou-se um inquérito a 471 estudantes dos diversos cursos lecionados no ISCSEM. Da análise dos resultados, é possível concluir que o preservativo é o método contracetivo mais utilizado (65,8%), seguido da pílula (61,6%), com 43,5% dos estudantes do ISCSEM a referir a utilização conjunta de ambos os métodos. Os resultados demonstram algum desconhecimento relativo aos métodos contracetivos, o que realça a necessidade de uma maior informação dos estudantes universitários.porMétodos contracetivos hormonaisBenefíciosDesvantagensPopulação universitáriaMétodos contracetivos hormonaismaster thesis201454491