Barrento, António Eduardo Queiroz Martins2011-11-102011-11-1019960870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/1559Alexis de Tocqueville publicou o «De la Démocratie en Amérique» em 1835 e 1840 e nele dedica alguns capítulos à guerra e aos exércitos dos «tempos democráticos». Recordar, reflectir e comentar essas poucas páginas é um acto de justiça e uma necessidade. Acto de justiça, porque a obsolência de alguns conceitos, função da modernidade da democracia e da (circunstância) de Tocqueville, não perturba a intemporalidade de outras ideias da sua magnífica construção filosófica e social. Uma necessidade, porque a democracia e a guerra evoluíram nestes últimos 160 anos, porque a democracia não atingiu a universalidade, porque a guerra continua a perturbar o nosso quotidiano. Reler Tocqueville não é, apenas, conhecer o seu pensamento: é, principalmente, meditar sobre o destino da Humanidade.porDemocraciaFilosofiaGuerraForças armadasOperações militaresHistóriaTeoriaTocqueville : democracia e guerrajournal article