Simão, Licínia2012-12-112012-12-1120100870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/3010A região do Cáspio tem sido objecto de crescente atenção da União Europeia (UE), que desenvolveu diversos enquadramentos institucionais para o seu relacionamento com os países da região. O Azerbaijão tem frequentemente sido visto como um parceiro privilegiado na construção de pontes sobre o Cáspio, ligando a UE à Ásia Central, um potencial que este artigo analisa, quer do ponto de vista da UE, quer das autoridades em Bacu, argumentando que eles são simultaneamente concorrentes e competitivos. Ambos os actores partilham um interesse em desenvolver os recursos energéticos do Cáspio e o gasoduto Baku‑Tbilisi‑Ceyhan, partindo, contudo, de pontos distintos. O artigo argumenta que o nível de concorrência pode ser melhorado, se a UE assumir uma posição mais pragmática em questões regionais e domésticas, mas isso pode também significar que a UE limitará a sua capacidade para promover reformas internas e princípios económicos liberais ao entrar nos jogos estratégicos do Cáspio e da Ásia Central.porRelações internacionaisEstratégiaRecursos energéticosInfra-estruturasTransporteUE (a partir de 1993)Mar CáspioÁsia CentralAzerbeijãoPontes sobre o Cáspio : papel estratégico do Azerbaijão nas relações UE-Ásia Centraljournal article