Henriques, Mendo CastroParadelo, António2011-09-132011-09-1320060870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/1110A existência e proliferação de rankings internacionais de medição de performances governamentais não é um acaso. São modelos supostamente objectivos para decidir da alocação de recursos e também da avaliação do poder. Quando Joseph Nye sistematizou a distinção entre soft e hard power, chamou-nos a atenção que qualquer dos tipos de poder pode ser trabalhado mediante fórmulas, construídas por indicadores extraídos de rankings internacionais. Na perspectiva do hard power existem numerosos e bem conhecidos indicadores económicos, como sejam o PNB, a capitação, a balança comercial. De igual modo a inventariação de recursos de força militar (military capabilities) tem clássicos exemplos. Propomo-nos aqui construir e explorar uma fórmula do soft power, assente em indicadores credíveis, e contendo variáveis suficientemente fundamentadas e flexíveis. Atendendo à importância crescente dos rankings – que são utilizados como as novas ideologias – este é um componente essencial para transmitir uma imagem do poder nacional, mediante uma avaliação objectiva.porPoder nacionalGovernaçãoestratégia nacionalSoft powerI&DPortugalteoriaUma fórmula de soft powerjournal article