Andrade, Agostinha Maria C. deLucena, Claudina Alexandra M.Martins, Cristina Alexandra dos R.Gonçalves, Maria Beatriz PinheiroPinto, Patrícia Paula de Almeida P.2023-09-282023-09-282023-02-18http://hdl.handle.net/10400.26/46861As feridas malignas (FM) são uma realidade em oncologia, o seu aumento foge ao nosso controlo e é um desafio diário. As feridas não devem definir as pessoas, mas a forma como tratamos as pessoas com FM pode definir todo o seu processo de doença e sobretudo a sua qualidade de vida. Viver com uma FM é mais do que um desafio, entre a dor excruciante e a perda da identidade corporal, temos inúmeros fatores psicológicos e psicossociais. Poderá dizer-se que a FM, tem uma identidade própria, que de forma destrutiva e incapacitante retira a identidade da pessoa que está doente. Todos os envolvidos neste processo (doente, família e equipa disciplinar) devem saber que a cura não é o objetivo e o material que usamos no seu tratamento não evita a progressão da doença mas pode e deve promover o máximo de conforto possível. As pessoas que cuidamos devem ser sempre o nosso centro de atenção, neste caso, o melhor é deixarmo-nos guiar por elas, permitir-lhes que nos digam como é mais confortável, menos visível, menos doloroso. Com todo o nosso tempo possível, aplicando todos os nossos conhecimentos técnicos, científicos e algo muito útil (que não se aprende em nenhuma escola do Mundo), como EMPATIA, CONFIANÇA e HUMANIDADE, para que o objetivo não seja SÓ cuidar da ferida mas da PESSOA com a ferida.porFerida MalignaOncologiaFerida Maligna (Trabalho nº 15)other