Taveira, NunoMendonça, Patrícia Valadas2018-01-162018-01-162017-11http://hdl.handle.net/10400.26/20178Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizAtualmente, cerca de 36,7 milhões de indivíduos vivem infetados com HIV e estima-se que cerca de 6.000 indivíduos sejam infetados diariamente. Em resposta a esta epidemia, têm sido desenvolvidas e implementadas inúmeras estratégicas para o combate à infeção por HIV. De entre elas, destaca-se a Profilaxia de Pré-Exposição (PrEP) da infeção pelo HIV, que consiste na utilização de antirretrovirais em comprimido oral diário por indivíduos saudáveis comprovadamente não infetados por este vírus. A utilização da PrEP, em conjugação com outros métodos preventivos, tem-se mostrado uma muito promissora abordagem preventiva tendo um papel significativo na diminuição de novas infeções pelo HIV nos locais onde foi implementado. Consequentemente estima-se que este método profilático venha a ter um forte impacto na diminuição e, quiçá, erradicação desta epidemia a nível global. Este trabalho teve por objetivos descrever os diferentes métodos utilizados atualmente para prevenir a infeção por HIV, (dando particular enfase à PrEP) o seu impacto nas populações mais vulneráveis, e os principais problemas e limitações da PrEP. Por fim, fez-se uma análise de custo-efetividade da PrEP. A pesquisa bibliográfica para a elaboração desta monografia foi predominante realizada na base de dados PubMed e simultaneamente recorreu-se a documentos oficiais publicados pela World Health Organization, Centers for Disease Control and Prevention, Joint United Nations Program on HIV/AIDS, Infarmed e Direção Geral de Saúde.porInfeção por HIVAntirretroviraisPrEPCusto-efectividadeProfilaxia de pré-exposição na infeção por HIV-1master thesis201816903