Salgueiro, Angela2018-08-272018-08-2720160870-757Xhttp://hdl.handle.net/10400.26/23868O destacamento de contingentes militares para África, a partir de 1914, e a declaração de guerra da Alemanha a Portugal, em 1916, forçaram o Ministério da Guerra a decretar a mobilização geral, redirecionando todos os recursos disponíveis em prol do esforço de guerra. As autoridades políticas e militares não pouparam os estabelecimentos de ensino superior, encaminhando professores, investigadores m e alunos para vários serviços técnicos e para as escolas de oficiais milicianos, o que causou constrangimentos importantes no funcionamento regular destas instituições. Deste modo, analisa-se o impacto da mobilização geral nas universidades republicanas e nos estabelecimentos de ensino superior, o posicionamento destas instituições e da sua elite face à conjuntura bélica e identifica-se as soluções adotadas em virtude dos constrangimentos resultantes da mobilização geral.porPrimeira Guerra Mundial, 1914-1918Estratégia nacionalForças ArmadasEstratégiaHistóriaDesportoMulheresMobilizaçãoRecrutamentoEnsino superiorSubmarinosMarinhaMarinha mercanteÁfricaPortugalMoçambique, Portugal, até 1974AlemanhaA universidade e a guerra : a mobilização da universidade portuguesa durante a Primeira guerra Mundial (1916-1918)journal article