Carreira, Francisco José AlegriaAmaral, AnaPereira, Fernanda2018-02-062018-02-062013-09http://hdl.handle.net/10400.26/21068Trabalho apresentado no XVII Congreso AECA, 25 a 27 de setembro de 2013, Pamplona, EspanhaO debate acerca da temática da Responsabilidade Social Empresarial (RSE) era quase inexistente há trinta anos atrás e, atualmente, é incontornável quer nos meios empresariais, quer nos organismos internacionais. O que, anteriormente, era do domínio académico passou a dominar a sociedade civil. A responsabilidade social tem sido associada a grupos ou empresas de grande dimensão, já que possuem recursos que lhes permitem implementar de forma mais consistente e sustentada, essas práticas. Estes recursos são, também, utilizados para a própria divulgação das ações levadas a cabo nestes domínios. Desde os anos sessenta do século XX que se tem assistido a inúmeras iniciativas de RSE, nos EUA, na Europa e em Portugal. É de realçar a criação do GRI e a publicação do Livro Verde do Conselho Europeu sobre o ambiente. De modo a ilustrar as políticas de responsabilidade social, elegeu-se uma amostra de bancos portugueses, num período de três anos, para aferir as suas práticas de responsabilidade social, uma vez que tem sido o setor de atividade que nos últimos anos apresentou resultados positivos mais elevados. Verificámos que os quatro maior bancos a operar em Portugal desenvolvem ações de RSE, pelo apoio que prestam nas áreas da beneficência, cultura, desporto, educação e património artístico e histórico, sendo que cada banco procura privilegiar uma mais áreas.porResponsabilidade SocialBancosDivulgação RSEO impacto das políticas de responsabilidade social na banca portuguesaconference object