Salvado, FranciscoNunes, Bárbara Guerra2018-01-082018-01-082017-11http://hdl.handle.net/10400.26/20003Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas MonizHoje em dia lidamos cada vez mais com infeções por parte de bactérias patogénicas resistentes à maior parte, ou até mesmo todos os agentes antimicrobianos disponíveis. Este facto pode ser crítico quando se tratam de doentes imunossuprimidos. Assim sendo, a medicina está a regressar à era pré-antibióticos, desenvolvendo métodos anti-infeção alternativos, sendo esta uma das prioridades da medicina moderna e da biotecnologia. Antes da descoberta dos antibióticos, já era sugerido que as infeções bacterianas poderiam ser prevenidas e até mesmo tratadas com a administração de bacteriófagos. A palavra bacteriófago deriva do grego pagein, que significa devorar. Assim, o bacteriófago “devora” ou seja, mata bactérias, provocando a sua lise. A terapia fágica apresenta várias vantagens em relação aos antibióticos, por isso, esta vertente está a ser cada vez mais estudada e investigada.porBacteriófagosInfeçãoAntibióticosBactériasBacteriógrafos e infeção : uma revisão bibliográficamaster thesis201783266