Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/8304
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dc.contributor.advisorRosina, Pierluigi-
dc.contributor.advisorBernardo, Danilo Vicensotto-
dc.contributor.authorViana, William Carboni-
dc.date.accessioned2015-04-14T11:16:09Z-
dc.date.available2015-04-14T11:16:09Z-
dc.date.issued2014-07-
dc.date.submitted2015-04-14-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/8304-
dc.description.abstractNos sítios arqueológicos ceramistas da região Amazônica, no Brasil, são de fato comuns manchas enegrecidas no solo, resultantes de processos de ocupação humana. Em diversos locais do assentamento eram depositados materiais que alteram as propriedades do solo. Essas manchas são descritas como solos antropogênicos (ou antrópicos), classificados na região Amazônica como ‘’Terra Preta Arqueológica’’, ‘’Terra Preta de Índio’’, ou apenas ‘’Terra Preta’’. Durante algum tempo foram levantadas hipóteses em relação à composição e formação, bem quanto à intencionalidade (ou não) na produção desses solos em contextos arqueológicos. Deste modo, com a proposta de auxiliar no entendimento do ambiente dos sítios arqueológico a contribuir na discussão dos modelos de ocupação pré-históricos foram realizadas análises geoquímicas nos solos de 4 sítios arqueológicos localizados no médio/baixo curso do rio Xingu (Gaioso 2 e 11, Paquiçamba 3 e Vila Rica 2). Por meio de análise geoquímica avaliou-se a Terra Preta e os solos circunvizinhos no que diz respeito a: pH, índice de SMP, conteúdos trocáveis de fósforo (P), potássio (K), alumínio (Al), magnésio (Mg) e sódio (Na), teor de matéria orgânica (M.O.), soma de bases (S), acidez potencial (H+ + Al+3), capacidade de troca catiônica (CTC) e saturação de bases (V) e nitrogênados (amoniacal, orgânico e nítrico) e análise de micro-carvões. Comparou-se os resultados geoquímicos nas variáveis local (sítio x sítio) e material de origem (profundidade das coletas) tanto dentro como fora da Terra Preta associada ao contexto ambiente, de modo a verificar a formação destes solos ‘’anômalos’’, bem como o que fornece a sua cor enegrecida. Os valores médios obtidos pela análise geoquímica evidenciaram difereças relevantes entre a Terra Preta e os solos adjacentes, conferindo teores mais elevados apenas nos quisitos matéria orgânica (MO), nitrogênio orgânico e cálcio (Ca), sendo que este último não apresenta uma padronização em seus valores entre a Terra Preta dos sítios aqui testados. Os resultados sugerem que a cor enegrecida da Terra Preta é dada sobre tudo pelo alto teor de MO. No que diz respeito às análises de micro-carvões sua quantificação presente em cada sítio indica que estes carvões estão associados a atividades antrópicas e não com fogos ‘’naturais’’, e que colaboram em parte na cor da Terra Preta.por
dc.description.sponsorshipInstituto Politécnico de Tomar, Departamento de Território Arqueologia e Património do IPT. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Departamento de Geologia da UTADpor
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectTerra pretapor
dc.subjectGeoquímicapor
dc.subjectMicro-carvõespor
dc.subjectArqueologiapor
dc.subjectAmazôniapor
dc.titleTerra preta em contexto pré-histórico e ambientalpor
dc.title.alternativeEstudos em sítios arqueológicos do médio / baixo rio Xingu, Pará - Brasilpor
dc.typemasterThesispor
thesis.degree.levelMestrepor
thesis.degree.nameMestrado em Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestrepor
Aparece nas colecções:IPT - ESTT - Dissertações de Mestrado ou Doutoramento

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