Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/6627
Título: Potenciais evocados motores em cirurgia da aorta toracoabdominal
Autor: Magro, C
Nora, D
Marques, M
Alves, AG
Palavras-chave: Aorta Torácica/cirurgia
Potenciais Evocados Motores
Data: 2012
Citação: Rev Port Cir Cardiotorac Vasc. 2012; 19(4): 203-210
Resumo: A patologia aórtica toracoabdominal (aneurisma ou disseção) tem tido uma incidência crescente nas últimas décadas. A cirurgia é o tratamento curativo, associando-se, porém, a uma elevada morbimortalidade perioperatória. A paraplegia é uma das mais severas complicações, cuja incidência tem diminuído significativamente com a implementação de estratégias de proteção medular. A patologia aórtica toracoabdominal (aneurisma ou disseção) tem tido uma incidência crescente nas últimas décadas. A cirurgia é o tratamento curativo, associando-se, porém, a uma elevada morbimortalidade perioperatória. A paraplegia é uma das mais severas complicações, cuja incidência tem diminuído significativamente com a implementação de estratégias de proteção medular. Nenhum método isolado ou combinação de métodos provou ser inteiramente eficaz na prevenção da paraplegia. Constituem objectivos desta revisão, uma análise da evidência científica sobre o papel da neuromonitorização intraopera- tória com potenciais evocados motores no prognóstico neurológico de doentes submetidos a cirurgia aórtica toracoabdominal. Procedeu-se a uma pesquisa bibliográfica online (PubMed). As referências consideradas relevantes foram seleccionadas e revistas. A neuromonitorização intraoperatória com potenciais evocados motores (PEM) permite a detecção atempada de eventos isquémicos espinhais e uma intervenção dirigida que impeça o desenvolvimento da lesão medular, reduzindo significativamente a incidência de paraplegia pós-operatória. A monitorização com PEM pode sofrer várias interferências intraoperatórias, com eventual compromisso da sua inter- pretação. O bloqueio neuromuscular é o principal factor limitante de origem anestésica. É essencial atingir um equilíbrio entre as condições de monitorização e as necessidades anestésico-cirúrgicas, bem como avaliar o risco e o benefício da técnica para cada doente. A neuromonitorização com PEM melhora o prognóstico neurológico, desde que integrada numa estratégia de actuação multidisciplinar, que envolva múltiplos mecanismos protectores e que se adeque à realidade hospitalar.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/6627
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