Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/5154
Título: Educação em Valores: Necessidade ou Obrigação?
Autor: Casanova, Maria Prazeres
Palavras-chave: Educação em Valores
Avaliação
Valores
Processo valorativo
Formação de professores
Data: 1-Fev-2011
Editora: Afirse
Resumo: A educação em valores é a preocupação central desta comunicação, tanto no que respeita à formação de professores como no que concerne ao desenvolvimento dos alunos. A LBSE refere a necessidade de os professores possuírem skills referentes a matérias da especialidade do seu grupo de docência mas aponta também para a existência de competências na área da formação pessoal e social adequadas ao exercício das diferentes funções e papeis a desempenhar na profissão docente. Subentende-se a existência de um professor sábio nos diferentes níveis do conhecimento, em que o saber-estar pressupõe o meta-conhecimento só construído pela maturidade do saber. Existem alguns obstáculos a ter em consideração ao ser iniciado um programa de educação em valores para docentes. Preconizamos como metodologia do processo de aquisição e desenvolvimento de valores pelos alunos um equilíbrio entre a doutrinação e a clarificação. Este equilíbrio tem por base a convicção de que os valores têm que ser ensinados pelos educadores, quer sejam pais ou professores, mas também deverá ser realizado um processo de assumpção por parte dos alunos. Este processo pressupõe interacção dinâmica e dialéctica entre professores e alunos e os seus pais e/ou encarregados de educação. Desempenhando um papel não menos importante, encontramos os Auxiliares de Acção Educativa, uma vez que o seu contacto com os alunos é relevante. Estamos convictos que estes profissionais, pelo seu modo de ser e estar, influenciam, positiva ou negativamente, o desenvolvimento de valores nos alunos. O processo valorativo ou de valoração - isto é, o processo de aquisição e desenvolvimento dos valores - deve ser desenvolvido e vivido em todas as áreas curriculares, quer se trate do currículo formal, do informal e, ainda, do currículo oculto. O processo de valoração tem que estar expresso e clarificado no Projecto Educativo de 2 Escola, no Projecto Curricular de Escola, no Regulamento Interno e de forma concretizada no Plano Anual de Actividades e nos diferentes Projectos Curriculares de Turma, para que toda a comunidade educativa saiba quais são os valores desejados, ensinados aos alunos, vividos e assumidos por toda a comunidade. Para alcançar este objectivo a escola tem, também ela, de expressar de forma clara e inequívoca, para além dos valores que pretende ensinar e viver com os seus alunos, as metodologias, estratégias e técnicas que propõe para os ensinar. Na clarificação realizada, as estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica existentes na escola desempenham tarefa relevante na identificação do ideário escolar decorrente do ideário nacional. O processo de valoração também tem que ser real nas interacções entre a escola e o meio envolvente.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/5154
ISSN: 978-989-8272-11-9
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