Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/11540
Título: O Associativismo Militar
Outros títulos: Situação Actual e Perspectivas
Autor: Paulino, Musa
Palavras-chave: Associativismo
Condição Militar
Direitos
Forças Armadas
Instituição Militar
Portugal
Profissão
Socioprofissional
Data: 2011
Editora: IUM
Resumo: O associativismo militar, actualmente, é uma inevitabilidade decorrente das alterações nas sociedades e nas próprias Forças Armadas, onde a componente humana tem sido cada vez mais protegida e valorizada, sendo acautelada por organismos e normas internacionais com impacto a nível interno dos países. Este tipo de representação dos interesses socioprofissionais dos militares, teve a sua origem na Europa, no entanto constata-se que no seio europeu existem vários modelos de associativismo, desde sindicatos até às simples associações socioprofissionais, sendo mais expressivos nos países do Norte e Centro, do que nos países do Sul. Em Portugal este fenómeno teve a sua aparição tardiamente, à semelhança de outros países do Sul da Europa. No entanto encontra-se numa fase de expansão e de normalização de relações com os seus interlocutores, nomeadamente, chefias militares e poder político. Embora existam sindicatos de militares na Europa, este tipo de organização não é bem-vindo na sociedade portuguesa, pelo perigo que comporta em degradar a hierarquia e a coesão das Forças Armadas, pondo em risco a própria condição militar. Presentemente quer militares, quer civis, entendem que as associações socioprofissionais são muito importantes na defesa dos interesses dos militares, bem como da própria instituição, sem retirar a responsabilidade e autoridade às chefias militares, que devem pugnar pelos seus subordinados, vincando o dever de tutela. Constata-se a importância e necessidade de existir uma estratégia conjunta, chefias militares - associações, actuando a hierarquia num primeiro plano e as associações de forma supletiva, de modo a salvaguardar as expectativas dos militares. As Forças Armadas gozam de grande prestígio na sociedade portuguesa, sendo consideradas um pilar estruturante do país, pelo que é essencial que todos os responsáveis, militares e civis, concorram para a dignificação da função militar, reconhecendo e valorizando a profissão militar no quadro das funções do Estado. Abstract: Nowadays, military associations are an inevitable product of changes in societies and even in Armed Forces, where human component has been more and more protected and valued, being safeguarded by agencies and international standards that have impact on countries’ domestic level. This military socioprofessional interests type of representation, had its origin in Europe, however, it is verified that within Europe there are many different associations, from trade unions till mere socio-professional associations, being more significant in central and northern countries than in the southern ones. Like other southern European countries, in Portugal this phenomenon appeared later. However, is in phase of expansion and normalization of relations with its actors, namely, military leaders and political power. Although there are military trade unions in Europe, this kind of organization is not welcome in Portuguese society, which entails the danger of degrading the hierarchy and cohesion of Armed Forces, putting at risk its own military condition. Today, either military or civilian understand that socio-professional associations are very important in protecting the interests of military, as well as the institution itself, without taking the responsibility and authority to the military leaders, who should strive for their subordinates, underlining the duty to protect. We see the importance and need for a joint strategy, military leadership – associations, first, acting the hierarchy and then the associations, in a supplementary way, to safeguard military expectations. Armed Forces have great prestige in portuguese society, being considered as a country structural pillar, so, it is essential that all responsible, military and civilian, work together to the dignity of military role, recognising and valuing military career, within the framework of functions of the State.
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/11540
Aparece nas colecções:IUM - CRC - CEMC - Trabalhos de Investigação Individual

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