Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/11413
Título: Gostar e o aprender
Outros títulos: utilização do portefólio no 1º ciclo
Autor: Vieira, Marta
Pinto, Jorge
Palavras-chave: Avaliação
Avaliação formativa
Aprendizagem
Autoreflexão
Perceção de alunos sobre o gostar e a aprendizagem
Data: 2015
Editora: Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal
Citação: VIEIRA, M.; PINTO, J. – Gostar e aprender: utilização do portefólio no 1º ciclo. In VASCONCELOS, A. A., ed. lit. [et al.] – Entre a teoria, os dados e o conhecimento (III): [Investigar práticas em contexto]. [Em linha]. Setúbal: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico, 2015. [Consult. 19 fev. 2016]. p. 217-232. Disponível em http://www.si.ips.pt/ese_si/web_base.gera_pagina?P_pagina=29926>. ISBN 978-989-99447-0-1.
Resumo: Quando falamos de avaliação associamo-la normalmente a situações formais, que ocorrem em momentos específicos e cujo objetivo é verificar o aprendizado do aluno. No entanto, a avaliação formativa tem outras funções e outras práticas. O conhecimento do professor pode ser mais apoiado para uma ação pedagógica mais eficaz sobre como os alunos vivem tarefas específicas na sala de aula. Para que isso aconteça, é necessário que a avaliação seja usada na vida quotidiana, onde os alunos refletem sobre o que aprenderam e o significado que atribuem às diversas tarefas executadas durante um determinado período de tempo. Este é um dos mais interessantes efeitos do portefólio. A sua utilização no 1.º ciclo do ensino básico é muito interessante por diversos motivos, dos quais se destacam o facto de os alunos, em início de escolaridade, refletirem sobre a sua aprendizagem e o professor conhecer o sentido dado às diferentes tarefas executadas. Este estudo tem como principal objetivo compreender como o uso do portefólio contribui para que alunos e professores construam um diálogo de reflexão sobre as atividades do estudo do meio desenvolvidas em sala de aula. Neste estudo participaram 26 alunos de uma turma do 2.º ano de escolaridade (7-8 anos). Segue uma abordagem qualitativa, assumindo uma metodologia inspirada na investigação-ação. Os dados foram recolhidos através da observação, de entrevistas de explicitação e da análise de documentos. Os dados foram analisados através de análise de conteúdo e permitiu perceber que os alunos distinguem de forma clara as tarefas em que mais aprenderam daquelas de que gostaram mais. A mesma tarefa não foi escolhida pelo mesmo aluno simultaneamente, como aquela em que aprendeu mais e a que mais gostou. As justificações apresentadas pelos alunos entre o gostar e o aprender apontam para algumas características de diferenciação. A qualidade da explicitação acerca das tarefas foi sendo mais desenvolvida e clara com o tempo. Verificou-se que a utilização do portefólio revelou potencialidades, por contribuir para um melhor conhecimento dos alunos enquanto aprendentes e por constituir um contexto de interações proveitosas para a aprendizagem.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/11413
ISBN: 978-989-99447-0-1
Versão do Editor: http://www.si.ips.pt/ese_si/web_gessi_docs.download_file?p_name=F-1578426110/3_ebook_versao_final_web.pdf
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