Percorrer por autor "GONÇALVES, Miguel Fontoura Magalhães da Rocha"
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- Proposta de um indicador de complexidade de operações de silvicultura das Equipas de Sapadores FlorestaisPublication . GONÇALVES, Miguel Fontoura Magalhães da Rocha; Gaspar, José de JesusAs equipas de sapadores florestais (eSF) foram criadas em 1999, no entanto não foi ainda estabelecido um indicador para a atribuição das áreas de Serviço Público (SP) que leve em conta, de forma satisfatória, as diferentes variáveis de complexidade do trabalho do Sapador Florestal, nomeadamente no que se refere às operações de silvicultura preventiva. Assim, os objetivos do presente relatório são tipificar as áreas de intervenção das eSF, segundo a sua dimensão, declive, composição e estrutura; tipificar a duração média da intervenção de cada eSF por tipologia de intervenção; definir a abordagem e a metodologia de proposta de um indicador de complexidade de operação para o trabalho de silvicultura das eSF com várias classes de complexidade.No contexto do movimento Forestis e do Grupo de Trabalho de Sapadores Florestais (GT SF) foi possível obter informação sobre as atividades de várias eSF, de várias Organizações de Produtores Florestais (OPF) associadas da Forestis. A informação sobre as áreas intervencionadas, e referentes aos anos 2017 a 2021, foi disponibilizada em dois formatos: excel (Relatório de Atividades) e shapefile (localização das parcelas). O primeiro corresponde aos totais anuais, por tipos e subtipos de intervenção, dos valores de duração (dias) e área intervencionada (hectares); não possui informação detalhada, ao nível da parcela intervencionada. O segundo corresponde à localização das parcelas, a sua composição (coberto vegetal), sendo possível determinar a área de cada parcela, o respetivo declive médio e a exposição. É importante referir que não foi possível fazer a correspondência entre os dois conjuntos de dados.Procedeu-se inicialmente à seleção o tipo de cartografia mais adequado para realizar a caracterização da ocupação do solo - escolha entre a Carta de Ocupação do Solo de 2018 e a Carta de Ocupação do Solo simplificada de 2021; optou-se pela segunda. Prosseguiu-se depois para a seleção da área de estudo, tendo em conta o número de eSF e a informação disponível sobre as suas atividades, assim como as características da ocupação do solo nas áreas globais de atuação (a nível de distrito). Foi selecionado o distrito de Viana do Castelo, por apresentar uma área florestal mais elevada.Com os dados dos relatórios de atividades procedeu-se à caraterização das diferentes intervenções das eSF, quanto à sua duração e área intervencionada, considerando os vários tipos e se se enquadram em SN ou SP. Com os dados localização das parcelas procedeu-se à caracterização detalhada das operações de silvicultura preventiva, nomeadamente quanto à área intervencionada, área invencionada por dia e a distância intervencionada na rede viária florestal. Os mesmos dados foram utilizados para caracterização das parcelas intervencionadas, nomeadamente no que se refere à dimensão, declive, tipo povoamento, distância entre parcelas e exposição.Finalmente procedeu-se ao desenvolvimento de um Indicador de complexidade de operações de silvicultura preventiva, de forma teórica, uma vez que os dados disponibilizados não incluem a informação necessária para o fazer com validação prática. As variáveis incluídas foram o declive, a exposição, a densidade da vegetação, a altura da vegetação e a dimensão da parcela.
