|
Repositório Comum >
Instituto da Defesa Nacional (IDN) >
Revista Nação e Defesa >
Please use this identifier to cite or link to this item:
http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/1439
|
| Title: | Teorias e Práticas da Segurança no séc. XX: Sequência Histórica e Mudança Radical |
| Authors: | Booth, Ken |
| Keywords: | Segurança Segurança internacional Política internacional Relações internacionais Globalização História Teoria Século 20 |
| Issue Date: | 2001 |
| Publisher: | Instituto da Defesa Nacional |
| Series/Report no.: | 2ª Série;Nº 99 (Outono 2001) |
| Abstract: | O artigo analisa as práticas de segurança no século XX, quer numa perspectiva estrutural, quer sobre aqueles aspectos em relação aos quais as
mesmas têm sido objecto de mudança. O esbatimento entre os domínios do nacional e do internacional e a afirmação crescente na política internacional
de dinâmicas locais, introduziram alterações na análise dos padrões tradicionais de conflito e de cooperação num contexto alargado de segurança.
O autor evidencia os efeitos de duas dinâmicas de segurança: por um lado os efeitos das inseguranças tradicionais projectadas no cenário internacional, por outro os efeitos das novas inseguranças decorrentes da globalização.
No âmbito das preocupações de segurança estruturais o autor chama a atenção para três lógicas distintas de insegurança nas relações interestatais:
a fatalista identificada com a corrente de pensamento realista, na qual o determinismo imposto pela luta pelo poder influencia as relações entre unidades políticas em nome do interesse e segurança nacionais. A lógica conciliadora, que oscila entre o fatalismo realista e as correcções positivas que o diálogo e o direito e não o poder ou a competição possam
vir a introduzir, através de um reforço da intervenção de organizações e da aplicação de normas internacionais. A lógica transcendentalista, segundo a qual a insegurança difusa característica da actualidade internacional, não sendo o resultado de um determinismo, pode ser combatida mediante o controlo das condições que a originam, através do desenvolvimento de movimentos.
Qualquer agenda de segurança é um produto das posições que tendem a dominar a política internacional. A globalização deve neste contexto ser entendida numa dupla óptica de projecto político-económico e processo técnico-cultural, capaz de influenciar os contornos da futura agenda da segurança. |
| Peer Reviewed: | yes |
| URI: | http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/1439 |
| ISSN: | 0870-757X |
| Publisher version: | http://www.idn.gov.pt/publicacoes/nacaodefesa/textointegral/NeD99.pdf |
| Appears in Collections: | Revista Nação e Defesa
|
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
|