Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/9998
Título: O Projeto de Investigação e Tecnologia em Veículos Aéreos Não Tripulados (PITVANT)
Outros títulos: A edificação de uma capacidade nacional
Autor: Oliveira, José
Palavras-chave: PITVANT
Unmanned Aircraft System
Capacidade UAS nacional
Controlo Cooperativo
Iniciativa Mista
Voo Autónomo
Data: 2013
Editora: IESM
Resumo: Assumindo a imprescindibilidade de possuir uma capacidade UAS nacional, partimos para esta investigação com a convicção de que já foram dados passos importantes para a consecução da edificação de tal capacidade. O PITVANT atingiu um estádio que lhe permite dar o salto da vertente de I&T para a operacional e, com isso, contribuir para a satisfação das necessidades já identificadas pelos ramos das FFAA, GNR e outras FFSS, assim como outras autoridades e entidades públicas e privadas. Neste trabalho procurámos identificar uma solução estratégica para a edificação da capacidade UAS nacional e, para tal utilizámos a metodologia proposta por Raymond Quivy e Luc Van Campenhoudt, no seu manual de investigação em ciências sociais. A investigação materializou-se num trabalho dividido em quatro partes, em que, na primeira, almejámos caraterizar os UAS em geral, e o PITVANT, em particular, relevando as suas valências e a forma como satisfazem as necessidades dos potenciais operadores. Na segunda parte fomos conhecer a estrutura e organização de três países referenciados, analisando as suas melhores práticas e exemplos a seguir. Nas terceira e quarta partes construímos uma solução de operacionalização com caraterização sustentada nas dimensões genética, organizacional e operacional, ao que adicionámos fatores de sustentação e de I&T. A análise dos vetores DOTMPLII-I ajudaram-nos a congregar as vertentes de análise para identificar uma solução a implementar na edificação da capacidade UAS nacional. O PITVANT tem condições para sustentar a implementação de uma capacidade UAS nacional e dar seguimento aos seus projetos no sentido de desenvolver uma plataforma Classe II. Para sustentar esta implementação é necessário a criação de um órgão ministerial (estratégico), integrar a operação na capacidade ISR nacional através do Comando Aéreo (operacional) e operar numa esquadra de voo com laços estreitos à I&T (tático). A FAP é a entidade que reúne melhores condições para liderar este processo dada a sua vocação genética para este meio intrinsecamente aeronáutico, entre ouras razões apresentadas durante a investigação. Abstract: Assuming the actual needs pursuing a national UAS capability, we set off to this investigation with the belief that important steps have been taken towards the achievement of building such capability. The PITVANT has reached a stage that allows taking the leap from R&T to operational status and thus contributing to the needs already identified by branches of Armed Forces, Republican National Guard and other Security Forces, as well as other public authorities and private entities. In this work we have tried to identify a strategic solution to build up a national UAS capability. To accomplish this goal we used the methodology proposed by Raymond Quivy e Luc Van Campenhoudt, in their manual of social science research. The present research was materialized in a work divided into four parts. The first part aimed to feature the UAS in general, and the PITVANT, in particular, with its skills and how they satisfy the needs of the potential operators. In the second part we studied the structure and organization of three referenced countries, trying to observe their best practices and examples to follow. In the third and fourth parts we have built an operational solution characterized by genetic, organizational and operational dimensions, to which we added support and factors of R&T. The analysis of DOTMPLII-I vectors have helped us bring together the strands of analysis in order to identify a solution to implement in the building up of the national UAS capability. The PITVANT is able to support the implementation of a national UAS capability and follow-up the development of projects towards a Class II platform. To assure this implementation is necessary to create an entity under ministerial guidance (strategic), to integrate national ISR capability, to operate under Air Command (operational) and to operate as a flight squadron with close ties to R&T (tactical). The PoAF is the entity that brings together the best conditions to lead this process given its aeronautical vocation to this specific environment, among other intrinsically reasons given during the investigation.
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/9998
Aparece nas colecções:IUM - CRC - CEMC - Trabalhos de Investigação Individual

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