Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/9734
Título: O presentismo em enfermagem
Autor: Palha, Cátia Daniela
Palavras-chave: Enfermagem do trabalho
Saúde ocupacional
Data de Defesa: 2014
Resumo: O Presentismo é definido como a presença do trabalhador no local de trabalho mesmo estando doente física ou psicologicamente (paschoalin, Griep, Lisboa & Mello, 2013). Enquanto fenómeno que interfere negativamente na produtividade e desempenho do trabalhador, tem sido alvo de interesse crescente, pois alguns grupos profissionais estão mais suscetíveis ao presentismo, como é o caso dos enfermeiros. Realizou-se um estudo de natureza quantitativa, do tipo descritivo, exploratório e transversal que teve como objetivos identificar o nível de presentismo dos enfermeiros e verificar se este varia em função das variáveis sociodemográficas, profissionais e problemas de saúde. Optou-se pela técnica de amostragem por redes, tendo participado no estudo 120 enfermeiros do litoral norte de Portugal, no mínimo com três anos de experiência profissional. Para a recolha de dados utilizou-se um questionário (sociodemográfico, profissional e de problemas de saúde) elaborado pela investigadora e o Stanford Presenteeism Scale-6 (SPS-6), de Koopman, Pelletier, Murray, Sharda, Berger, Turpin, Hackleman, Gilson, Holmes & Bendel (2002), traduzida e validada para a população portuguesa por Ferreira, Martinez, sousa & Cunha (2010), constituída por duas dimensões: trabalho completado (TC) e distração evitada (DE). Os resultados evidenciam a presença de presentismo. Apesar dos problemas de saúde referenciados, os enfermeiros conseguem completar o seu trabalho, apresentando maior dificuldade em se concentrar neste, o que revela um maior comprometimento psicológico. Verificou-se que os enfermeiros mais novos, com menos tempo de serviço na profissão e na instituição evidenciam maior presentismo. As cefaleias/enxaquecas, a ansiedade, o stress e a depressão foram os problemas de saúde XVI identificados como principais causas de presentismo. Os enfermeiros que referiram ter, no último ano, cefaleias/enxaquecas, stress, ansiedade e depressão foram os que apresentaram maior presentismo. Como sugestão de investigação futura, deveriam: ser desenvolvidos novos estudos com amostras de enfermeiros mais numerosas, de outras áreas geográficas e outros contextos laborais; associar ao presentismo outras variáveis, nomeadamente a qualidade de vida, o burnout e o engagement; divulgar este estudo em eventos e revistas científicas de forma a sensibilizar para esta problemática.
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/9734
Designação: Mestrado em Enfermagem Comunitária
Aparece nas colecções:ESEP - Dissertações de Mestrado

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