Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/7984
Título: Equitação Militar – Análise de modelos de formação de formadores
Autor: Silva, David
Palavras-chave: Equitação Militar
Modelos de formação de formadores
Monitor
Instrutor
Validação Civil
Data: 1-Jul-2013
Editora: Academia Militar. Direção de Ensino
Resumo: No âmbito do Trabalho de Investigação Aplicada, o presente trabalho intitulado “Equitação Militar- Análise de modelos de formação de formadores” estuda o modelo de formação de formadores de equitação adotado pelo Exército Português. Como instrumento de recolha de dados, foi constituído um modelo de entrevista, associado às capacidades exigidas a um ajudante de monitor, monitor e instrutor de equitação. Esta entrevista foi aplicada a um conjunto de oficiais e sargentos de Cavalaria atualmente associados à formação tanto no Exército como na Escola Nacional de Equitação. O objetivo principal deste trabalho é demonstrar as diferenças entre o modelo de formação adotado atualmente e o anteriormente utilizado, tendo em conta, os requisitos exigidos, os módulos ministrados e a carga horária dos cursos no meio militar e civil. As opiniões dos entrevistados acerca do novo modelo diferem. Uns defendem um modelo militar equiparado ao civil enquanto outros apoiam uma distinção entre eles. Porém, todos consideram que a equitação militar é importante e deve continuar, apoiando a sua continuidade no Centro Militar de Educação Física e Desportos. As diferenças mais significativas entre os dois modelos de formação de formadores aparecem ao nível do curso de monitores e de instrutores. No novo referencial de curso de monitores de equitação, tanto os oficiais como os sargentos iniciam a sua formação frequentando este mesmo curso, ao invés do que acontecia com o modelo antigo onde os oficiais frequentavam o curso de instrutores de equitação e os sargentos, o de monitor de equitação. Relativamente a esta alteração, parte dos entrevistados apoia-a, enquanto outra parte defende que o ponto de partida entre oficiais e sargentos é diferente por isso o curso de monitores dever-se-ia manter só para sargentos. Outra alteração que acontece e que está relacionada com a anterior é a diminuição do número de horas do curso de instrutores de equitação militar, sendo assim um dos motivos principais para a não validação civil do curso.
Abstract In the context of Working for Applied Research, the presented thesis studies the subordinate theme of "Military Riding - Analysis models of training trainers". This model studies the training of riding trainers adopted by the Portuguese Army. As an instrument of data collection, we created a model interview, coupled with the capabilities required for an assistant monitor, monitor and riding instructor. This interview was applied to a set of Cavalry officers and sergeants currently associated with training in both the Army and the National School of Horsemanship. The main objective of this work is to demonstrate the differences between the training model currently adopted and the previously used model taking into account the requirements, the modules taught and the workload of the courses in the military and civilian areas. The opinions of respondents about the new model differ. Some defend a military model equated with the civil model while others support a distinction between them. However, all believe that the military riding is important and its continuity should continue to de supported at the Center of Military Physical Education and Sports. The most significant differences between the two models appear in the training of trainers course level for monitors and instructors. In the new benchmark for course monitors in riding, both officers and sergeants begin their training by attending the same course, rather than what happened in the old model where officers attended the course of riding instructors and sergeants, to monitor riding. Some interviewees support this change, while another part argues that the starting point between officers and sergeants is different so the monitors course should be only for sergeants. Another change that has happened and which is related to the above is the decrease in the number of hours of the military riding instructors course, this being, one of the main reasons for non-validation of the course.
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/7984
Aparece nas colecções:AM - CS - CSC - Trabalho de Investigação Aplicada (TIA) - Mestrado Integrado

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