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Título: Determinantes, estado e perceção da saúde da população na área de influência do Centro Hospitalar do Médio Tejo
Autor: Pascoal, Rui Miguel Ribeiro
Orientador: Graciete Honrado
Maria João Inácio
Palavras-chave: Saúde
Determinantes
Avaliação
Centro Hospitalar do Médio Tejo
Data de Defesa: 2013
Editora: Instituto Politécnico de Tomar
Resumo: O entendimento sobre o que é a saúde evoluiu desde a primitiva conceção de unicausalidade na saúde e na doença até à interpretação mais holística da atualidade. Tal definição assume-se como fundamental pois constitui-se como ponto de partida para qualquer reflexão sobre esta área, pois só definindo exatamente qual a visão de saúde se torna possível, individualmente ou em sociedade, planear, executar e avaliar a saúde. O reconhecimento sobre o que determina os estados de saúde e doença, constitui uma ferramenta essencial para os decisores em saúde, especialmente quando se trata de saúde pública e epidemiologia. Qualquer intervenção efetuada no plano da saúde, só é verdadeiramente efetiva se agir sobre as causas, ou seja, sobre o que ainda é modificável: os determinantes da saúde. Atualmente, e fruto da referida visão holística da saúde, também o que a determina é analisado de uma perspetiva multicausal, em que o leque de fatores intervenientes no estado de saúde é muito mais alargado. Em saúde, e ainda mais do que na generalidade das áreas, é importante que a decisão assente em pressupostos muito fortes e, para tal, é necessário que tudo seja constantemente avaliado. É a avaliação, nas suas mais diversas formas, que permite aos decisores obter informação para melhor gerir recursos, definir estratégias, melhorar resultados e justificar a afetação dos recursos. Segundo resultados suportados pela presente investigação, na área de influência do Centro Hospitalar do Médio Tejo, a saúde avaliada e percecionada pela população, apresenta alguns resultados que vão ao encontro da produção científica na área da saúde. Um exemplo disso é o de que a saúde das populações é condicionada por fatores demográficos ou de oferta e utilização de cuidados de saúde. Há no entanto outros resultados que de alguma forma contrariam essa produção científica, como a perceção de que os níveis de saúde mais elevados estão associados a zonas mais urbanas. Neste caso não só não é possível afirmar essa associação, como existe uma tendência oposta.
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/6547
Aparece nas colecções:IPT - ESGT - Dissertações de Mestrado ou Doutoramento

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