Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.26/1549
Título: Avaliação da qualidade em intervenção precoce: práticas no distrito de Portalegre
Autor: Mendes, Maria Elisabete da Silva Tomé
Palavras-chave: Intervenção precoce
Avaliação de programas
Qualidade das práticas
Data de Defesa: 2010
Resumo: O presente estudo pretende contribuir para a caracterização da realidade dos serviços de intervenção precoce, bem como avaliar o grau de implementação dos modelos internacionalmente recomendados e a adequação das práticas desenvolvidas pelos profissionais na resposta às necessidades identificadas ao nível da criança, da família e da gestão dos recursos da comunidade. Iniciámos a investigação com um processo de autoavaliação da qualidade das práticas implementadas realizado por 77 profissionais de equipas de intervenção precoce do distrito de Portalegre e da região de Lisboa. O estudo foi complementado com dados de natureza qualitativa, através de análise documental de 62 processos de famílias apoiadas e da observação participada das práticas, referentes a esses casos, num total de 92 sessões, no âmbito de diferentes programas de intervenção precoce de Portalegre. Os resultados da autoavaliação dos profissionais, confirmados pelos dados da observação naturalista, indicam que são cumpridas as práticas recomendadas e as orientações regulamentares em vigor à data da recolha de dados, no que se refere aos níveis da Comunidade, da Criança e, parcialmente, do Serviço. Ao nível da Família e do Programa há ainda lacunas na implementação de algumas práticas de qualidade. Os resultados da observação indicam que as práticas implementadas, quer no que respeita ao contexto (domicílio ou jardim de infância) quer ao foco da intervenção (directa com a criança ou mediada pelo cuidador) são influenciadas tanto pelo tipo de situação de risco como pela área disciplinar do profissional a prestar o apoio. Globalmente, as conclusões apontam para a necessidade de: (a) implementar uma supervisão das práticas, que garanta o enfoque adequado dos casos, a reflexão e a actualização contínuas; (b) impulsionar a prevenção e generalizar os programas de base comunitária; (c) formar equipas cooperativas que actuem em transdisciplinaridade; (d) sistematizar os processos de avaliação e de elaboração dos programas; e, (e) desenvolver procedimentos regulares de registo da evolução das situações, de participação da família, de avaliação dos serviços e do grau de satisfação da família.
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/1549
Aparece nas colecções:IPP - ESE - Teses de Doutoramento

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