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dc.contributor.authorMoreira, M.-
dc.contributor.authorJorge, Delmar-
dc.date.accessioned2016-05-20T09:40:42Z-
dc.date.available2016-05-20T09:40:42Z-
dc.date.issued2014-12-31-
dc.identifier.citationMoreira e Jorge, 2014pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.26/13630-
dc.description.abstractDe acordo com proposta de 23 de Janeiro de 2008, relativa aos esforços a realizar pelos Estados-Membros da CE, o Conselho Europeu fixou dois objectivos principais ”reduzir, até 2020, as emissões de gases com efeito de estufa em pelo menos 20%” e “elevar para 20% a parte das energias renováveis no consumo energético da UE até 2020”. Enquadrando estes objectivos na actual legislação Portuguesa para as energias renováveis, em particular para as Unidades de Produção para Autoconsumo (UPAC) e considerando a energia solar que temos disponível ser completamente gratuita, resulta no objetivo deste trabalho, que se propõem contribuir para atualizar, consciencializar e reforçar o compromisso que temos para atingir estas metas assim como assegurar o futuro do nosso Planeta. Estes objectivos traçados pelo Conselho Europeu e legislado pelo governo Português, originou uma elevada procura por licenças de exploração de microprodução, devido às elevadas tarifas de incentivo para venda de eletricidade e o rápido retorno do capital investido. Neste contexto e nomeadamente com a tecnologia solar fotovoltaica, as consecutivas alterações na legislação desta matéria, foram convergindo para o seu autoconsumo através de novas soluções de produção de energia descentralizada e de inovação tecnológica, permitindo ainda a existência de ligação à rede elétrica de serviço público (RESP). Apesar da anterior legislação de Microprodução estabelecida e atualizada pelo Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de Novembro [1], alterado pelo Decreto-Lei n.º 118-A/2010, de 25 de Outubro, [2] e pelo Decreto-Lei n.º 25/2013, de 19 de Fevereiro, [3] referir que o distribuidor era obrigado a comprar toda a energia produzida pelo consumidor, com o atual regime, a pequena produção passa a beneficiar de um enquadramento legal único, de acordo com o Decreto-Lei n.º 153/2014 de 20 de outubro, em que incentiva o autoconsumo da energia necessária para o seu consumo diário, sendo a restante não utilizada, possível de ser injetada na rede eléctrica (RESP).pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherEdições ISPGayapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectMicroprodução, Microgeração, Topologia de ligação de painéis fotovoltaicos, Ligação de unidades de Microprodução à RESP, Produção fotovoltaica.pt_PT
dc.titleA MICROGERAÇÃO FOTOVOLTAICA NO FUTURO DO AUTOCONSUMOpt_PT
dc.typearticlept_PT
degois.publication.firstPage58pt_PT
degois.publication.issue21pt_PT
degois.publication.lastPage80pt_PT
degois.publication.locationVila Nova de Gaiapt_PT
degois.publication.titlePolitécnica Revista Científicapt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
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