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Título: Efeito da erosão intrínseca nas forças de adesão de restaurações indiretas em resina a esmalte: comparação in vitro de dois métodos de cimentação
Autor: Gomes, Ana Carolina dos Santos
Orientador: Vieira, Ana
Palavras-chave: Erosão
Esmalte
Adesão
Resina
Data de Defesa: Out-2015
Resumo: Objetivos: Este estudo teve como objetivo primário avaliar o efeito da erosão intrínseca do esmalte na resistência adesiva de restaurações indiretas em resina, comparando dois protocolos de cimentação. Pretendeu-se também avaliar o tipo de fratura ocorrida nos testes de microtração para cada grupo de estudo, bem como a correlação entre a força de adesão e a espessura do cimento.
Materiais e Métodos: Neste estudo in vitro foram selecionados quarenta incisivos inferiores de bovino, hígidos. Os dentes foram aleatoriamente divididos em quatro grupos (n=10). cimento-C – Dentes cimentados com RelyX™ Ultimate sem erosão prévia; cimento-ER – Dentes cimentados com RelyX™ Ultimate com erosão prévia; resina-C – Dentes cimentados com Filtek™ Supreme XTE sem erosão prévia; resina-ER – Dentes cimentados Filtek™ Supreme XTE com erosão prévia. Os dentes foram seccionados e testados na máquina de testes universal a uma velocidade de 0.5mm/min.
Resultados: Comparando os resultados dos dois métodos de cimentação o grupo do cimento resinoso apresentou diferenças significativas nas forças de adesão entre o esmalte erodido e o esmalte não erodido, onde se verificou um valor inferior nas forças de adesão ao esmalte erodido: cimento-C = 32.52±16.07 MPa e cimento-ER = 22.21±13.37 MPa. Já o protocolo de cimentação com resina aquecida não apresentou diferenças significativas entre o esmalte erodido e o esmalte não erodido: resina-C = 23.03±15.25 MPa e resina-ER = 19.20±11.85 MPa. Relativamente ao tipo de fratura e espessura do cimento não se verificou uma correlação com as forças de adesão, em ambas as análises.
Conclusões: As forças de adesão variam com a erosão intrínseca prévia do esmalte entre os grupos cimentados com cimento resinoso. Porém, não se verificaram diferenças significativas nas forças de adesão ao esmalte erodido entre os dois métodos de cimentação. Não se verificou uma correlação das forças de adesão com o tipo de fratura, assim como a espessura do cimento.
Descrição: Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
URI: http://hdl.handle.net/10400.26/10868
Designação: Mestrado Integrado em Medicina Dentária
Aparece nas colecções:EM - ISCSEM - Medicina Dentária

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