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    <dc:date>2013-05-16T14:47:22Z</dc:date>
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    <title>Ateliê de arte com crianças de risco</title>
    <link>http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4093</link>
    <description>Title: Ateliê de arte com crianças de risco
Authors: Ribeiro, Mónica Sofia Medina
Abstract: A presente investigação tem como temática a influência das artes no bem-estar emocional de crianças institucionalizadas em casas de acolhimento temporário, e como objecto empírico de estudo de investigação entender se as práticas de ateliês de arte promovem o bem-estar de crianças de risco, o que se insere, em termos teóricos, na problemática do papel da educação pela arte e arte-terapia na intervenção com crianças de risco, que vivem em casas de acolhimento.&#xD;
Em termos mais específicos, este estudo pretende analisar de que forma a vivência pelas artes pode ser utilizada como um método de intervenção com crianças de risco.&#xD;
Na sua singular contribuição, esta investigação visa verificar a eficácia do uso das artes como forma de atenuar as emoções negativas que as crianças de risco tendem a apresentar, conferindo-lhes um melhor equilíbrio emocional, que se refletirá no desenvolvimento da sua autoestima e melhor relacionamento com os outros.&#xD;
Este projeto situou-se na perspectiva de um estudo de caso, pelo que se optou por imergir na realidade de uma casa de acolhimento em concreto.&#xD;
Realizou-se um ateliê de arte durante vários meses, em que se propôs várias atividades de expressão de plástica, que culminou com uma exposição de todos os trabalhos realizados.&#xD;
Desenvolveu-se um trabalho de campo através das técnicas de observação direta (das sessões realizadas), inquéritos por questionário (ao grupo de crianças que participou no ateliê), entrevistas (à direção e à equipa técnica que trabalha com as crianças em questão), pesquisa documental, fotografias e vídeo. Procedeu-se à recolha de toda a informação que foi alvo de um tratamento qualitativo através da análise de conteúdo.</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4086">
    <title>Utilização de recursos TIC, por parte dos professores do 1º ciclo, em crianças com dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita</title>
    <link>http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4086</link>
    <description>Title: Utilização de recursos TIC, por parte dos professores do 1º ciclo, em crianças com dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita
Authors: Silva, José Pedro Ornelas Baptista da
Abstract: As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são as ferramentas chave da sociedade em que hoje vivemos, a Sociedade de Informação.&#xD;
A necessidade de atender novas populações de alunos com características diferentes coloca um desafio permanente a toda a comunidade educativa, exigindo o alargamento das suas funções em especial aos professores do ensino regular.&#xD;
Atualmente pretende-se colocar em prática o conceito de escola inclusiva. Assim deve-se trabalhar no sentido de atender adequadamente todo o tipo de alunos nas turmas de ensino regular e, no caso do presente estudo, os alunos com dificuldades no desenvolvimento das competências básicas de leitura e escrita.&#xD;
Paralelamente ao referido, com a presença dos computadores nas nossas vidas e com o crescente número de investigações sobre a sua utilização no ensino, pareceu-nos importante investigar o que se vai passando nas salas de aula do ensino regular, relativamente à utilização de recursos TIC com os alunos com DA, especificamente no desenvolvimento dos processos básicos de leitura e escrita.&#xD;
O presente estudo tem como principal finalidade verificar até que ponto os professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico recorrem às TIC no trabalho com alunos com dificuldades de aprendizagem, nomeadamente no desenvolvimento das competências básicas de leitura e escrita.&#xD;
Concluiu-se que os professores do 1.º Ciclo recorrem, com frequência, à utilização de recursos TIC no trabalho com alunos com DA, nomeadamente no desenvolvimento da leitura e escrita e consideram que esses recursos permitem o aumento da motivação dos alunos para a aprendizagem, fomentam a sua autonomia e melhoram a autoestima do aluno.</description>
    <dc:date>2013-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4085">
    <title>A relação entre pares, no ensino básico, com alunos de necessidades educativas especiais integrados na turma</title>
    <link>http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4085</link>
    <description>Title: A relação entre pares, no ensino básico, com alunos de necessidades educativas especiais integrados na turma
Authors: Mota, Natália Gonçalves da
Abstract: A Educação Inclusiva é um processo que teve o seu início efetivo na penúltima década do século passado, e representa uma importante tomada de consciência dos direitos que todas as crianças têm à educação, como parte integrante e fundamental do seu desenvolvimento pleno como seres humanos. Para além de almejar o sucesso educativo para todos os alunos da escola regular, existem também outras metas sociais e pedagógicas que se posicionam no caminho ainda longo que a inclusão terá de percorrer.&#xD;
Nessa jornada, rumo a um futuro mais justo e solidário, os pares representam uma quota-parte da chave que pode abrir as portas para um ambiente realmente inclusivo, ao darem um contributo essencial para a aquisição de competências sociais por parte das crianças que revelam maiores dificuldades em termos comunicativos, socioafetivos e cognitivos. Sprinthall e Sprinthall (1993) afirmam que a interação no grupo de pares pode desempenhar um papel maior no desenvolvimento da criança do que a interação com adultos, pois no grupo há mais igualdade, equilíbrio e necessidade de consenso.&#xD;
Este projeto de investigação tem como objetivo central inquirir se as crianças com necessidades educativas especiais (NEE) são bem aceites pelos seus pares, no ambiente da sala de aula e do recreio. Pretende-se avaliar que tipo de relação existe entre os alunos com e sem NEE, integrados na mesma turma do ensino básico, ao nível do seu relacionamento, interação e comunicação no grupo de pares. Para isso, realizámos uma pesquisa de tipo exploratório com uma abordagem metodológica quantitativa, em que o instrumento de investigação foi um inquérito por questionário. O estudo teve lugar no Agrupamento de Escolas de São João de Madeira, junto de uma amostra de 182 alunos sem NEE, pertencentes a dez turmas dos 1º, 2º e 3º ciclos, onde estão incluídos 17 alunos com NEE.&#xD;
Os resultados revelam, de um modo geral, um elevado grau de aceitação destas crianças, ao mesmo tempo que indicam existir uma atitude positiva e um bom nível de interação no grupo de pares da turma e da escola. Por outro lado, nesta faixa etária de crianças entre os 7 e os 17 anos, não se registaram diferenças significativas entre rapazes e raparigas quanto às atitudes e comportamentos que denotam aceitação dos seus colegas com NEE, embora as crianças mais novas do 1º ciclo tenham demonstrado índices ligeiramente mais positivos do que os seus colegas do 3º ciclo.</description>
    <dc:date>2013-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4084">
    <title>A perceção dos docentes da educação regular e da educação especial sobre a sua prática colaborativa inclusiva, na educação pré-escolar e no ensino básico</title>
    <link>http://comum.rcaap.pt/handle/123456789/4084</link>
    <description>Title: A perceção dos docentes da educação regular e da educação especial sobre a sua prática colaborativa inclusiva, na educação pré-escolar e no ensino básico
Authors: Correia, Daniela Sofia Meneses Lessa
Abstract: A atual filosofia da educação inclusiva requer práticas inovadoras na organização das&#xD;
escolas e do trabalho docente, acentuando a necessidade de um maior intercâmbio e&#xD;
colaboração ativa entre todos os profissionais, em particular aqueles que têm a seu cargo&#xD;
crianças ou alunos com necessidades educativas especiais. Esta nova cultura colaborativa é&#xD;
essencial para o bom êxito de práticas efetivas de inclusão, pois a cultura tradicional do&#xD;
individualismo revela-se inadequada para responder às crescentes exigências que as&#xD;
mudanças sociais têm vindo a transferir para a cada vez mais complexa e heterogénea&#xD;
realidade escolar.&#xD;
Este trabalho de investigação tem como objetivo principal inquirir se existe uma&#xD;
cultura de colaboração entre os docentes de escolas portuguesas que lecionam na educação&#xD;
regular e na educação especial, a partir do ponto de vista dos próprios docentes inquiridos,&#xD;
e se esse trabalho em equipa, caso exista, favorece práticas mais inclusivas que beneficiem&#xD;
as crianças com necessidades educativas especiais. O projeto está centrado no estudo da&#xD;
relação que o docente de educação especial estabelece com os outros docentes detentores&#xD;
de grupo ou turma, no âmbito do exercício das suas funções profissionais, ao nível do&#xD;
trabalho conjunto e da colaboração mútua.&#xD;
Em termos metodológicos, a nossa pesquisa tem uma abordagem correlacional e&#xD;
quantitativa, que permite indagar as opiniões e atitudes da população estudada. A recolha&#xD;
de dados foi efetuada através de um inquérito por questionário, elaborado maioritariamente&#xD;
com perguntas fechadas, e preenchido por 181 docentes de todo o país – sendo a sexta&#xD;
parte docentes de educação especial e os restantes educadores e docentes do ensino básico.&#xD;
Os resultados obtidos confirmam as hipóteses inicialmente formuladas, revelando&#xD;
existir correlação entre a cultura docente colaborativa e a organização/gestão escolar,&#xD;
salientando ainda a importância das características pessoais dos docentes e o seu&#xD;
relacionamento como facilitador da colaboração, e mostrando que o trabalho em equipa&#xD;
entre o docente de educação regular e o docente de educação especial resulta em práticas&#xD;
pedagógicas mais inclusivas.</description>
    <dc:date>2013-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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