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  <title>DSpace Community: AEEEx</title>
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  <subtitle>AEEEx</subtitle>
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  <updated>2013-05-25T22:44:07Z</updated>
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    <title>O 14 de Infantaria</title>
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      <name>Moura (coord.), Rui</name>
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      <name>Dias (colab.), Anselmo</name>
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    <updated>2012-05-11T10:47:55Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O 14 de Infantaria
Authors: Moura (coord.), Rui; Dias (colab.), Anselmo
Abstract: Os Regimentos são os mais antigos corpos militares de Portugal, organizados no início do século XVIII e descendentes dos Terços que tão brilhantemente garantiram a independência de Portugal na guerra que se manteve após a Restauração de 1640.&#xD;
Este livro é um registo do passado e do presente do Regimento de Infantaria Nº14. Mas, dado que este Regimento se encontra sedeado na região da Beira Alta desde 1842, é igualmente um repositório das tradições da Infantaria das Beiras, uma homenagem a todos os Infantes de Viriato que defenderam, combateram e morreram por Portugal, ao longo de séculos, e como continuam, hoje, a levantar bem alto o nome da Beira, de Portugal e do seu Exército, nas sete partidas do Mundo.&#xD;
O historial do Regimento de Infantaria Nº14 regista um longo percurso, partindo de Portugal para os destinos mais longínquos: Espanha, França, Angola, Moçambique, Guiné Bissau, Índia Portuguesa, Bósnia, Timor-Leste, Kosovo, Iraque, Afeganistão e Líbano. &#xD;
Com o seu modo de actuação, adequado às diversas épocas e locais, este Regimento mostrou-se sempre digno de ser um exemplo a seguir na sua lealdade e combatividade. O registo de actos heróicos, que são perpetuados na presente obra, permite percorrer mais de dois séculos de história, homenageando a memória e as tradições de unidades que combateram com elevado destaque durante a Guerra Peninsular, nas Batalhas do Buçaco e de Albuera, entre tantas outras, e que se destacaram de forma notável na Batalha de Vitória; participaram nas campanhas coloniais do fim do século XIX e princípio do século XX; combateram contra a Alemanha em Angola, Moçambique e Flandres, em 1914-1918; prepararam milhares de combatentes e mobilizaram unidades para os teatros da Guiné, Moçambique e Angola, entre 1961 e 1974. &#xD;
É a história de um Regimento “cuja fama ninguém virá que dome”.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A evolução do subsistema armas e munições: implicações para a Artilharia de Campanha portuguesa</title>
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      <name>Grilo, Antonio</name>
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      <name>Mimoso, Jose</name>
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    <updated>2011-09-17T01:14:10Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A evolução do subsistema armas e munições: implicações para a Artilharia de Campanha portuguesa
Authors: Grilo, Antonio; Mimoso, Jose
Abstract: O carácter da conflitualidade actual evoluiu, para guerras assimétricas, sem frentes, sem uniformes, de objectivos pouco claros, estando os combatentes misturados com a população, que é utilizada como escudo ou moeda de troca, se necessário. &#xD;
O emprego da Artilharia de Campanha no actual espectro de missões mantém-se decisivo, necessariamente mais alargado e com novas especificidades, exigindo cada vez mais especialização, modernização e flexibilidade. &#xD;
Neste artigo é analisado o impacto e as implicações que as recentes evoluções no subsistema armas e munições de Artilharia de Campanha têm no Exército Português.&#xD;
Abstract&#xD;
The character of the current conflicts has evolved to asymmetric warfare without clear fronts and goals with combatants mixed in the civil population.&#xD;
The employment of Field Artillery in the current spectrum of military operations remains decisive, requiring more expertise, innovation and flexibility.&#xD;
In this paper, is analyzed the impact and implications of recent developments in Field Artillery weapons and ammunition systems may have to the Portuguese Army.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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